O Programa Ciências sem Fronteiras: bolsas de estudos para estudar no exterior

O Programa Ciências sem Fronteiras: bolsas de estudos para estudar no exterior

Financiado pelo governo brasileiro e com o apoio do setor privado, o Programa Ciências sem Fronteiras, lançado em 2011, prevê a utilização de bolsas de estudos em larga escala em todo o país.

O plano é investir R$ 3 bilhões em 101 mil bolsas de estudos de ciência e tecnologia em 4 anos. O governo brasileiro tem desafiado o setor privado a contribuir com mais 25 mil bolsas de estudo e sua iniciativa destina-se a enviar estudantes ao exterior através do programa.

Atualmente o Brasil é a 6ª economia do mundo, e de 2011 para cá, subiu de 17º lugar mundial para o 13º em produção científica, de acordo com o Institute for Scientific Information, em Nova York. Com a economia em expansão, o país tem aumentado as oportunidades de colaboração científica com outros países.

Aumentos são esperados particularmente na demanda por engenheiros, especialmente com os eventos esportivos mundias que ocorrerão em solo brasileiro: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

O novo programa tem como objectivo abordar a escassez, concentrando-se em engenharia, ciências da saúde e tecnologia. As bolsas serão concedidas por meio do Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento – CNPq e Capes –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Em casa e fora

Mais de 34 mil bolsas de estudo vão para estudantes em programas de doutorado. Os auxílios serão também oferecidos aos investigações de pós-doutorado, estágios de seis meses e treinamento para empresas internacionais. Pouco mais de 1/3 das bolsas serão concedidas a estudantes que realizam um ano de programas de estudo no exterior. O governo também espera atrair cientistas estrangeiros para o Brasil, oferecendo 390 bolsas de três anos para os pesquisadores visitantes.

O Ministro da Educação Mercadante diz que a ideia é enviar estudantes para as melhores universidades, principalmente nos Estados Unidos e Reino Unido – incluindo a Universidade de Harvard, Universidade de Stanford e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA; e a Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

A maioria dessas universidades exigem que os alunos falem inglês. Sabendo do baixo percentual de brasileiros com fluência nessa língua, o Ministério da Educação lançou o Programa INGLÊS SEM FRONTEIRAS (IsF), que  tem como objetivo oferecer aos candidatos à bolsa de estudo a possibilidade de aperfeiçoamento do inglês de maneira rápida e eficiente, de modo que esses candidatos alcancem o nível de proficiência exigidos nos exames linguísticos para o  para o ingresso nas universidades anglófonas.

No passado

O paulistano Miguel Nicolelis, co-diretor do Centro de Neuroengenharia da Universidade de Duke, em Durham, Carolina do Norte, deixou o Brasil em 1989 para perseguir seu sonho de gravar a atividade elétrica de centenas de células cerebrais simultaneamente. Na época, o país foi assolado com a hiperinflação, e ele não conseguia encontrar nenhum apoio público ou financiamento.

Num cenário muito diferente do de hoje, Nicolelis diz que o programa de estudos no exterior deve ajudar a estimular a criatividade entre os estudantes de ciência do Brasil. “Quando você expõe inúmeros jovens a uma cultura diferente, com uma maneira diferente de fazer ciência, penso que isso gera um grande impacto, permitindo-lhes ampliar as suas ideias “, diz ele.

Ele acredita que essa criatividade vai levar à inovação, um campo onde o Brasil fica atrás de outros países. Nicolelis voltou ao seu país de origem em regime de tempo parcial. Ele dirige o Instituto Internacional de Neurociências de Natal, mantendo a sua posição na Duke. E ele tem a certeza de que um dia voltará ao Brasil, em definitivo.

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Federico Morato
Federico Morato

Engenheiro industrial e consultor de negócios apaixonado por empreendedorismo, idiomas e Brasil. Após dois anos no Brasil, cria a Infinity Tradução para ajudar as empresas brasileiras em expandir seus negócios no exterior. Nordestino de coração, fala fluentemente quatro idiomas e ama os ritmos axé e forró.

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