A Importância vital dos Negócios entre os EUA e o Brasil (I parte)

A Importância vital dos Negócios entre os EUA e o Brasil (I parte)

A Importância vital dos Negócios entre os EUA e o Brasil (I parte)

O Brasil depende mais do comércio com os americanos, mas a superpotência também tem enorme interesse no Brasil. Brasil e Estados Unidos mantêm uma antiga e extensa relação comercial. As trocas – é importante dizer – são especialmente importantes para o Brasil. Afinal, o mercado americano é o principal comprador de produtos e serviços brasileiros no exterior – a despeito do crescimento de outras nações como destino das exportações nacionais. Somente em 2006, essa relação atingiu quase 40 bilhões de dólares. Os americanos compraram 24,67 bilhões de dólares – quase 18% do total das vendas brasileiras. Na outra via, o Brasil importou 14,85 bilhões de dólares dos EUA – cerca de 16% de tudo o que compramos do exterior. Apesar do saldo positivo, o desempenho do Brasil é muito tímido.

O Brasil perdeu participação no gigantesco mercado americano – o maior do mundo. Apesar de as vendas para lá estarem em ascensão, respondem por apenas 1,4% das compras americanas, que, em 2006, chegaram a 1,7 trilhão de dólares. É um mercado desejável e maravilhoso. Duas décadas antes, as exportações de Brasil e China para os EUA eram idênticas: cerca de 7 bilhões de dólares. Desde então, os resultados se tornaram inteiramente distintos. Segundo dados do Departamento de Comércio dos EUA, em 2005, a China arrancou 243,4 bilhões de dólares dos consumidores americanos, consolidando-se como o segundo maior exportador para aquele mercado. Já o Brasil está na 15ª posição do ranking. Engana-se, porém, quem acha que o país envia apenas bananas para os EUA: produtos manufaturados dominam a pauta de exportações, e há também itens de alta tecnologia.

Há muito o que fazer, portanto, para ampliar a participação no mercado americano. Uma oportunidade, porém, foi praticamente esquecida: a criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), que previa a derrubada das barreiras comerciais entre os países das três Américas a partir de 2005. O projeto foi engavetado devido a divergências entre os dois protagonistas do pacto: Brasil e EUA. Nós nos recusamos a abrir alguns mercados com receio, por vezes justificado, de que a concorrência da superpotência liquidasse produtores nacionais. Os americanos, por outro lado, se recusaram a baixar a guarda em questões como o fim ao subsídio agrícola, setor em que a produtividade brasileira é superior.

 

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Federico Morato
Federico Morato

Engenheiro industrial e consultor de negócios apaixonado por empreendedorismo, idiomas e Brasil. Após dois anos no Brasil, cria a Infinity Tradução para ajudar as empresas brasileiras em expandir seus negócios no exterior. Nordestino de coração, fala fluentemente quatro idiomas e ama os ritmos axé e forró.

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